quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Estrangeirismo

Outro dia me convidaram pra ir ao Mc'Donalds comemos X burger

O salao estava, lotado fizemos os pedidos atraves de um tal de , drive tru

Os colegas percebendo a minha irritação disseram:Se tu estiver com pressa eles tem um sistema de delivery maravilhoso

Desacustumado com esse linguajar chamei os 'cabas':vamos s'imbora.

Seguimos pela avenida Henrique Shaumann, onde pude observar um outdor ,que estava escrito China in boxe uma seta indicativa parking ,nós nao paramos por lá nao.

Seguimos mais adiante avistamos um restaurante bonito e luxuoso e na porta de entrada uma luz neon piscando escrita :open. Quando olhei pro chão pude ver um capacho abandonado com a bandeira americana me convidando : welcome. Ao adentrar á aquele recinto pude observar na decoraçao e nas paredes estavam escritas assim :ice cake ,x egg , x burger e fast food.Eu pensei comigo :Food na Bahia agente usa numa outra situação.Do meu lado esquerdo uma garota tomava uma cerveja numa lata vermelha e azul cuja a marca era bud wicero camarada que lhe acompanhava com sua long neck Heineken.

Do meu lado direito uma loira bonita ,peituda falava pro cabra com uma voz sensual assim :eu trabalho numa relax for men .

e ele pergunta pra ela : fica proximo do motel my flowers ?e ela disse : nao baby , fica junto a night clube wonderful penetration. A fome aumentava juntamente com a raiva e eu não sabia seu eu pedia um hot dog ou um simples cachorro quente'emputecido' mais uma vez com aquela situação chamei os caboclos : vamos s'imbora.

Na saída o manobrista nos recebe e nos entraga a chave do nosso possante veículoum Fusca 68 fabricado em Volta Redonda na época do presidente Jucelino Kubitcheck. Ele olha pra mim e me diz :Thank you sur and have good nighte eu usando toda minha simplicidade e educaçao que aprendi no sertão da Bahia ,eu olhei pra ele e lhe disse :'' Vá pra *** que lhe *** ''Eu gostaria de falar com presidente pra cuidar melhor da gente que vive nesse país. Nossa gramatica esta tão dividida tem gente falndo happy , pensando que é feliz.

Acabaria com esse tal de estrangeirismo que pertuba nossa lígua e muda tudo de vez, e os mendigos que hoje vivem nas calçadas ensinaria ao brasileiro que aqui se fala o português.
Sou simples ,sou composto,oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fônema sim senhor , adjetivo ,predicado , eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país com muito amor.

Sou simples ,sou composto,oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fônema sim senhor , adjetivo ,predicado ,eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país sofredor.

Lá no centro da cidade quase que morri de fome, tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : Fast Food , Delivery , Self Service , Hot Dog , Catchup.

Eu só queria almoçar. Lá no centro da cidade quase que morri de fometanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : Fast Food , Delivery , Self Service , Hot Dog , Catchup.

Meu Deus onde é que eu vim parar'' Oxente problem''



Música de Zé ramalho- Estrangeirismo

Obs: A música foi composto com erros de português, portanto, a postagem está correta, mantendo a letra da música totalmente original. E no lugar dos *** possuem palavras que não são adquadas para este blog.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

De quem é a culpa?


Hoje o número de jovens que ingerem bebidas alcoólicas têm aumentado gradativamente, então de quem é a culpa, dos pais que não sabem aonde os filhos vão ou dos bares que dão a bebida?
Poderíamos acusar os pais por, na maior parte, não estabelecerem limites? Se eles fossem impostos e obedecidos isso diminuiria e muito os acidentes, por exemplo.
Outra parte da culpa é de quem vende a bebida ilegalmente para o menor, que contribui para esse aumento e nem se importam contanto que paguem o que pegaram.Se os policiais passarem a fiscalizar os bares e restaurantes e aplicassem multas, isso diminuiria e muito.
Caso essas "soluções" fossem aplicadas o consumo de bebidas acoólicas po menores sumiria aos poucos, se todos seaplicassem para tal.

Bianca

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Milho de Pipoca


A transformação do milho duro em pipoca macia é simbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.
O milho de pipoca não é o que deve ser.
Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com gente. As grandes transformaçoes acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.
Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.
Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:
BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.
Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisas mais maravilhosas do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada.
Seu destino é o lixo.

E você o que é?
Uma pipoca estourada ou um piruá?

Rubem Alves

O Tempo


A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mario Quintana

A tecnologia em função do estudo.


Todos sabemos que a medida que o tempo passa, cada vez mais e mais, crianças e adolescentes sentem menos vontade de estudar.Talvez isso seja causado pelo avanço de tecnologia.Se formos pensar é muito mais comodo e divertido sair para passear, não fazer nada, ficar apenas em frente do computador e da televisão, dormir até tarde, jogar video-game e falar no telefone com os amigos o dia inteiro.
Como as coisas estão bem mais liberais hoje, do que há 20 anos, jovens tiram proveito disso.Muitos inventam desculpas mirabolantes só para não ir á escola, e por mais "cabeluda" que seja a desculpa, a maioria consegue.
Mas não posso deixar de falar dos estudantes esforçados, que estudam com gosto e ontade, que vão atrás, á espera de um bom futuro.Estudantes que sonham e sabem que podem ser capazes de ir para a faculdade, e realizar o sonho de tornar-se um grande profissional; esses estudantes brasileiros.

Daphiny Monteiro Barbosa.

domingo, 17 de agosto de 2008

NO ANO QUE VEM


“No ano que vem vou fazer um check-up, reformar os meus ternos, vou trocar os meus móveis, viajar no inverno, como convém.

No ano que vem vou me fantasiar, desfilar na avenida, decorar samba enredo, vou mudar minha vida, como convém.

No ano que vem faço vestibular, vou tocar clarineta, aprender dançar valsa, fox-trot ou salsa, como convém.

E vou me converter no ano que vem, registrar a escritura, vou pagar a promessa e andar mais depressa. Como convém. No ano que vem vou tratar meus dentes, visitar uns parentes, vou limpar o porão, vou casar na igreja, como convém.

No ano que vem vou soltar busca-pé, empinar papagaio, vou comer manga-espada e sentar na calçada, até.

No ano que vem vou pagar minhas dívidas, apagar minhas dúvidas e trocar o meu carro e largar o cigarro. Como convém. No ano que vem vou fazer um regime, e vou mudar de time, viajar para a França e estudar esperanto. Como convém.

Vou plantar uma rosa no ano que vem e escrever um romance e fazer exercício, desde o início, como convém. E entrar para a política e me candidatar, no ano que vem, fazer revolução, lutar na Nicaragua, por que não?

E fazer uma plástica, no ano que vem e ficar destemido, decorar um poema e escrever pra você, como convém.

Se não der certo, no entanto, neste ano que vem, vou deixar de cobrança do que fiz ou não fiz. Neste ano que vem quero, como convém, ser, apenas, feliz.”

Sergio Antunes

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Trabalho coletivo

Nosso grupo foi criado para proporcionar um espaço em que nossas produções possam ser vistas por todos. Esperamos que gostem.